segunda-feira, 10 de junho de 2013

PROGRAMAÇÃO DO IV FÓRUM GERAL DE MORADIAS DA UNESP

Dia 14/06 (Sexta-feira):
Credenciamento: das 12:00 às 14:00
15:00 às 17:00 - Plenária Inicial
17:00 às 19:00 - Jantar
19:30 às 20:30 - Debate: Permanência Estudantil
20:30 às 22:30 – GD (eixos: processo seletivo, estatuto de moradias, políticas de permanência);

Dia 15/06 (Sábado):
08:00 às 09:00 - Café da manhã
12:00 às 14:00 – Almoço 
14:00 às 15:00 – Debate: PIMESP
15:00 às 17:00 – GD (eixos: cotas, ensino, pesquisa e extensão)
17:00 às 18:00 – Café da tarde
21:00 – Jantar;

Dia 16/06 (Domingo):
08:00 às 09:00 - Café da manhã
09:00 às 12:00 - Plenária Final
12:00 às 14:00 - Almoço de encerramento.

Vídeo-chamado para o CEEUF e IV Fórum de Moradias.

Preparem-se e compareçam todos ao Conselho de Entidades Estudantis da Unesp e ao IV Fórum de Moradias nos dias 14, 15 e 16 de Junho.
Contra a precarização, greve geral da educação!!!






sábado, 8 de junho de 2013

Moção de apoio à greve dos estudantes de psicologia da FC Unesp-Bauru


O comando de greve e ocupação da FFC Unesp-Marília se solidariza com os estudantes do curso de Psicologia da Unesp de Bauru que em Assembleia realizada no dia 07\06 deliberaram pela adesão à greve estudantil que movimenta um terço dos campi da Unesp. Entendemos que o movimento de adesão à greve decidido pela base estudantil e referendado pelo CAPSI - Gestão Stultífera Navis reforça a mobilização, os métodos e os objetivos de luta que o Movimento Estudantil da Unesp estabeleceu: iniciar os debates sobre as reivindicações levantadas pelo CEEUF, realizar assembleias de curso, paralizações e atividades de informação junto à base dos estudantes e, por fim, uma profunda avaliação sobre os avanços das negociações com a reitoria. Neste momento de efervescência da mobilização estudantil (detonado por uma justa e necessária luta por permanência estudantil, contra o PIMESP e por democracia dentro da universidade) oferecemos nossa unidade de luta, o compartilhamento de qualquer informação relevante no contexto da luta estudantil, a divulgação e o apoio nas atividades de greve a serem estabelecidas. Assim, nos comprometemos a atuarmos em conjunto na defesa tanto das reivindicações estaduais, quanto das necessidades específicas dos estudantes de psicologia, que vão desde ampliação do quadro de professores, extensão da biblioteca e do acervo dos livros de psicologia até melhorias na infraestrutura dos prédios do curso de psicologia.
Por último, reforçamos o convite para que o CAPSI e todos os estudantes interessados compareçam ao Conselho de Entidades Estudantis da Unesp\Fatec a ser realizado entre os dias 14, 15 e 16 de Junho em Marília para que juntos possamos descobrir nossas necessidades e ressurgir com a força do movimento estudantil em luta por uma universidade democrática, aberta e solidária a todos.

Para acabar com a precarização, GREVE GERAL da educação!
Unidos venceremos!


Comando de greve estudantil da FFC-Marília
08 de Junho de 2013
46º Dia de greve estudantil.


BOLETIM CONJUNTO
SINTUNESP – ADUNESP – CEEUF (08/06/2013)


Em longa negociação, reitoria e entidades discutem
os seis pontos da pauta conjunta

Entidades mantém indicativo de greve e remetem avaliação às assembleias
                                 

A negociação conjunta entre as entidades representativas (Sintunesp, Adunesp e Conselho de Entidades Estudantis Unesp/FATEC – CEEUF) e a reitoria da Unesp, na sexta-feira, 7/6, durou sete horas. Pela reitoria, estavam presentes o reitor Julio Cezar Durigan, os pró-reitores Laurence Duarte Colvara (Graduação) e Mariângela Spotti Lopes Fujita (Extensão Universitária), além de outros assessores. Pelo movimento, participaram 6 representantes do Sintunesp, 4 da Adunesp e 10 estudantes.
As entidades expuseram as razões que levaram à greve (naquele momento, servidores parados em 13 campi, estudantes em nove e professores em três, além de paralisações parciais dos três segmentos em vários outros campi) e detalharam os seis pontos que compõem a pauta conjunta.



A seguir, acompanhe os as discussões e encaminhamentos de cada ponto:

Permanência estudantil
Foi definida a criação de uma comissão permanente e paritária para estabelecer diretrizes e estratégias de padronização para a permanência estudantil (moradia, RU, bolsas etc).
No 11/6, uma comissão de 10 estudantes vai se reunir com a pró-reitora de Extensão Universitária para debater pontos emergenciais. “Há a possibilidade de fazermos remanejamento de recursos do PDI para atender reivindicações imediatas”, afirmou a professora Mariângela.
Também ficou definida uma reunião (ainda sem data) com a Assessoria Jurídica da Unesp para tratar do registro e regularização do DCE, bem como das sindicâncias contra estudantes.

Pimesp
Os representantes das entidades reafirmaram posição contrária ao Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista (Pimesp), por considerá-lo excludente e absolutamente insuficiente. Os estudantes informaram que estão discutindo o assunto no âmbito do CEEUF e que apresentarão uma proposta alternativa ao Pimesp.
O reitor afirmou que o Conselho Universitário (CO) aprovou apenas que a Unesp fará a inclusão. “Como isso será feito ainda é uma questão em aberto”, disse. Segundo ele, há a disposição em prosseguir com as discussões sobre o assunto.

Paridade entre os três segmentos nos órgãos colegiados da Universidade
O reitor concordou em retirar da pauta da próxima reunião do CO, em 27/6, o tema da paridade. A reitoria indicará às unidades que façam ciclos de debates e que discutam o assunto nas congregações locais. Somente depois disso a questão voltará ao CO.

Reajuste salarial de 11% para servidores técnico-administrativos e docentes
Durigan reafirmou que o reajuste de 5,39% é o limite a que o Cruesp dispõe-se a chegar. No entanto, caso a arrecadação do ICMS seja positiva, há a possibilidade de nova negociação em setembro ou outubro. Neste caso, o compromisso do reitor da Unesp é defender junto aos outros reitores a concessão de um índice adicional no segundo semestre, que poderia chegar a 2%.
O reitor explicou que a reserva orçamentária da Unesp para 2013 (o que pode ser efetivamente gasto) é de R$ 200 milhões, mas que a reserva orçamentária (o que existe de fato) é de R$ 480 milhões. Para aumentar a margem de gasto, é preciso alterar a previsão orçamentária.

Isonomia de pisos e benefícios
Em relação à reivindicação de isonomia dos pisos dos servidores com os da USP, o reitor concordou em abrir a discussão. Serão feitas reuniões periódicas entre Sintunesp e reitoria para levantar os custos que a Universidade teria com a equiparação integral. Feito o levantamento, o reitor prometeu “empenho” para que a equiparação seja aplicada em três anos (2014/2016). Na primeira semana de julho, Sintunesp e reitoria terão uma negociação específica, onde será iniciada a discussão sobre a equiparação e tratados os demais pontos da pauta específica do segmento, inclusive a isonomia de benefícios.
Também acontecerá no início de julho uma negociação específica entre Adunesp e reitoria, para tratar da isonomia de salários e benefícios, SPPrev e avaliação docente.

Não à repressão aos movimentos sociais
            Este item ficou contemplado no primeiro ponto. As sindicâncias contra estudantes serão discutidas entre a comissão de estudantes e a AJ da Universidade.

Nova reunião conjunta
            Após realizadas as reuniões em separado, será agendada nova reunião conjunta entre as entidades e a reitoria, para avaliar o andamento das negociações.

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Indicativos às bases: Manutenção da greve e assembleias para avaliar a negociação até 12/6
                                        
Terminada a negociação com a reitoria, representantes das entidades reuniram-se para uma avaliação preliminar e definição de indicativos. A realização da negociação e a discussão exaustiva dos pontos foram considerados pontos positivos por todos, fruto da mobilização e da força da greve. Até então, não havia nenhuma abertura da reitoria para negociar as reivindicações do movimento.    
A orientação das entidades às bases é de manutenção da greve e realização de assembleias, até 12/6, para avaliar os resultados da negociação e apontar os próximos passos da luta.
Para 11/6, definido pelo Fórum das Seis como dia de paralisação e manifestações por universidade, a orientação do Sintunesp, Adunesp e CEEUF é de realização de atividades, atos e manifestações locais, nas unidades.
Na quinta-feira, dia 13/6, os três segmentos voltam a se reunir (logo após a reunião do Fórum das Seis) para avaliar os resultados das assembleias de base e definir novos indicativos.



SEM ORGANIZAÇÃO, NÃO TEM LUTA!
SEM LUTA, NÃO TEM CONQUISTA!

Boletim conjunto Sintunesp, Adunesp e CEEUF

Boletim conjunto publicado pelas entidades representativas dos trabalhadores, professores e estudantes mantendo indicativo de greve e convocações de assembléias de base.

Sem luta não tem conquista!


https://docs.google.com/file/d/0B1aEKqgmyn0qZmhuemZwTDROcms/edit

Chamado para o CEEUF e Fórum de Moradias em Marília nos dias 14, 15, 16 de Julho de 2013.


terça-feira, 4 de junho de 2013

Estudantes da UNESP em luta: Paridade, Permanência, Isonomia

Greve geral na UNESP: 1/3 da universidade está parada!!!! 

Exigimos negociação: acabar com os estatutos da universidade feitos pela reitoria; moradia, restaurante universitário, bolsas; fim dos processos; por cotas sociais já!!!!
Aos Estudantes! 
Boletim da Comissão Estadual de Mobilizaçãohttp://cem-unesp2013.blogspot.com ht

tp://cem-unesp2013.blogspot.com 

A luta pela democratização da universidade ganha força a cada dia! Desde a mobilização desencadeada em 17/04 a partir da GREVE dos estudantes do campus de Ourinhos, fica evidente a postura autoritária e a falta de capacidade de dialogar por parte da reitoria. 
Estes 45 dias foram marcados por intensas mobilizações por todo o estado, com ocupações, paralisações, atos, assembleias lotadas e greves. Nos dias 04 e 05/05, aconteceu em Ourinhos o Conselho de Entidades Estudantis Unesp/Fatec ? CEEUF ? com cerca de 250 estudantes e 32 entidades estudantis. Em 17/05, é realizada a Plenária Estadual no Largo São Francisco, em São Paulo, com cerca de 500 estudantes, que seguiram em Ato até a reitoria da Unesp. Os Estudantes se levantam contra a política elitista de uma reitoria que não reconhece as demandas de Permanência Estudantil, que segrega quando aprova o PIMESP (Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista) na calada da noite e que conserva sua estrutura de poder através do 70-15-15. 

Esta mobilização tem sido possível pela organização e pela busca da UNIDADE entre os estudantes, e esta semana entramos em uma nova fase da mobilização! A insatisfação já toma conta de 1/3 da universidade: 8 campi em Greve de estudantes (Ourinhos, Marília, Assis, Rio Claro, São Vicente, São Paulo, Franca e São José do Rio Preto), 10 em Greve de trabalhadores e 2 em Greve de professores. 

Orientamos a todos os estudantes para que realizem a construção e discussão sobre os pontos da mobilização estadual, convocando assembléias com indicativo de GREVE ? único instrumento eficaz para o atendimento de nossas pautas ? e OCUPAÇÃO, preenchendo e re-significando os espaços da universidade. 
A Assembléia dos Estudantes é o que dá legitimidade e AUTONOMIA a todo este processo, é onde acontecem as discussões e decisões sobre as ações políticas dos estudantes: é seu órgão máximo de deliberação, especialmente em momentos de mobilização como o que vivemos agora! É também neste espaço onde deverão ser eleitos os delegados de cada campus na Comissão Estadual de Mobilização. Não aceitaremos qualquer tentativa, por parte das direções e reitoria, de deslegitimar nossa forma de organização! Quem define os representantes dos estudantes e os rumos da mobilização... SÃO OS ESTUDANTES!!! 

O debate sobre a REPRESSÂO é fundamental para nós! A reitoria e as direções deixam claro para nós quem está no controle: as condições precárias das moradias e as normas absurdas (atestado de antecedentes criminais em Presidente Prudente, a invasão da polícia no campus de Araraquara, prendendo estudantes em ocupação (2007), a expulsão de estudantes da moradia por fazerem sexo, citando apenas alguns exemplos), a abertura de sindicância aos estudantes de Franca por lutarem contra a presença do príncipe latifundiário... e a lista se estende! É preciso lutar contra a estrutura que viabiliza a repressão! Contra um regime estatutário que tem suas bases definidas no período da ditadura militar! 

Chamamos atenção também para a importância da construção conjunta entre os setores mobilizados de trabalhadores e professores, com realização de Plenárias locais onde seja possível discutir, de maneira ainda mais ampla, as questões que permeiam a mobilização, o projeto de educação e de universidade levado a cabo nas últimas décadas! 

Chamado à mobilização estadual! 

Nossa mobilização cresce pois somos os sujeitos! 

06/06: Ato unificado em cada campus ? construção da mobilização com trabalhadores e professores; 

11/06: Ato Unificado na Unicamp ? Reunião entre o CRUESP e o Fórum das Seis; 

12/06: Ato Unificado no campus de Araraquara contra a Repressão ? Não esquecemos, não perdoamos! 

14, 15 e 16/06: CEEUF e Fórum de Moradias em Marília; 

PARA BARRAR A PRECARIZAÇÃO, GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO! 

Por Comissão de Comunicação Okupa Unesp Marília 2013.